As duas formas realizam o sonho do carro ou do imóvel — mas o custo e o tempo são bem diferentes. Simule os dois lado a lado e decida com números na mão.
No consórcio normalmente não há entrada.
Média de mercado: 1,3% a 2,0% ao mês.
Costuma ficar entre 15% e 22% no total do plano.
Você fica com o bem na hora.
Sem juros — contemplação por sorteio ou lance.
No consórcio você economizaria cerca de R$ 27.488,45 em juros e encargos.
Simular meu consórcio com a RHCEstimativa simplificada para comparação. Valores reais variam por instituição, perfil de crédito, seguros e forma de contemplação. No consórcio o bem é adquirido na contemplação (sorteio/lance), não imediatamente.
No financiamento, você tem o bem imediatamente e paga juros por isso — quanto maior o prazo, maior o custo total. No consórcio, não há juros (apenas uma taxa de administração diluída nas parcelas), o que costuma deixar o custo total bem menor; em troca, o bem só chega na contemplação, por sorteio ou lance.
Dica: dá para usar o lance (inclusive com FGTS, no caso de imóvel) para antecipar a contemplação do consórcio. A RHC ajuda a montar a estratégia que cabe no seu bolso.
Na maioria dos casos sim, porque o consórcio não cobra juros — apenas uma taxa de administração. Em troca, o bem chega na contemplação (sorteio ou lance), e não na hora.
Sim. O financiamento usa a tabela Price com os juros que você informar; o consórcio aplica a taxa de administração total diluída nas parcelas.
Sim, oferecendo um lance. No consórcio de imóvel, em muitos casos é possível usar o FGTS como lance.
Quando você precisa do bem imediatamente. Se puder esperar, o consórcio costuma sair bem mais barato no total.