A saúde suplementar segue em crescimento em 2026, com o segmento odontológico batendo recordes. Os números abaixo são de junho de 2026, a partir de dados da ANS.
| Segmento | Beneficiários | Variação (12 meses) |
|---|---|---|
| Planos médico-hospitalares | 53.145.666 | +809.158 (+1,55%) |
| Planos exclusivamente odontológicos | 36.711.046 | +2.582.683 (+7,57%) |
São vínculos a planos, não pessoas únicas. Fonte: ANS (Sala de Situação, jun/2026).
Dois movimentos merecem atenção. Primeiro, o odontológico cresce cinco vezes mais rápido que o médico-hospitalar — é a porta de entrada de benefício mais acessível para empresas cuidarem da equipe. Segundo, o teto de 5,11% é o menor da história recente da ANS, mas vale só para planos individuais/familiares — cerca de 14,5% do mercado.
Ou seja: se você tem plano empresarial (PME) ou coletivo, o teto da ANS não se aplica ao seu contrato — o reajuste é negociado, e é justamente aí que uma corretora ajuda a comparar operadoras e conter o aumento. Fale com a gente para revisar o seu plano ou o da sua equipe.
Em junho de 2026, os planos de assistência médica somavam 53.145.666 beneficiários e os planos exclusivamente odontológicos, 36.711.046, segundo dados da ANS. São vínculos a planos, não necessariamente pessoas distintas — uma mesma pessoa pode ter mais de um plano.
Para os planos individuais e familiares, a ANS definiu um teto de 5,11% ao ano, válido para contratos com aniversário entre maio de 2026 e abril de 2027. É o menor teto já definido pela ANS, com exceção de 2021 (índice negativo, na pandemia).
Não. O teto de 5,11% vale apenas para planos individuais e familiares. Planos coletivos empresariais e por adesão têm reajuste negociado entre a operadora e a empresa/administradora, com regras próprias — não há teto único da ANS.
Sim. Em junho de 2026 o segmento odontológico atingiu recorde de 36,71 milhões de beneficiários, alta de 7,57% em 12 meses — crescimento bem mais rápido que o dos planos médico-hospitalares (+1,55%).